18 de julho

Liberação Miofascial com Diogo Clarindo

A rede corporal que conecta os músculos.

Diogo Clarindo é formado em educação física pela UFRJ, tem pós graduação pela UGF em treinamento de força e gestão de negócios no IBMEC. A seguir, você tem acesso a um post muito legal que ele escreveu no blog Frango com Batata Doce sobre a liberação miofascial e suas curiosidades:

O QUE É LIBERAÇÃO MIOFASCIAL?

Para começar, devemos saber que “mio” significa músculo, e “fáscia” o revestimento de tecido conjuntivo, nervos cutâneos, vasos sanguíneos e gordura, que cobre esse músculo! Também é importante compreender que nossos músculos e suas ações em movimentos não são isolados, na verdade estão conectados pela fáscia muscular. Essas fáscias formam linhas, meridianos, o que significa que mesmo com os músculos exercendo funções individuais, eles também influenciam nas funções de outros músculos, como estabilidade, fixação e tensão, por exemplo. É justamente por causa dessa anatomia conectada através da bendita fáscia, que podemos associar problemas dolorosos em uma determinada área do corpo a outra área silenciosa, transferindo e dificultando o diagnóstico e o tratamento.

PORQUE ADOTÁ-LA NO MEU TREINO?

Restrições fasciais podem ocorrer por inflamações, inatividades e lesões, causando perda de elasticidade e tornando esse tecido desidratado. Ligações cruzadas entre elas podem estar anormais, causando tensão nesse tecido, tornando-o fibroso, ocasionando dor e prejudicando ações musculares, amplitudes de movimentos, diminuição de força, má postura, resistência e coordenação.

A técnica de liberação miofascial vai ajudar a diminuir essas barreiras restritivas e diminuir essa adesão fibrosa, pois o atrito do instrumento utilizado com os tecidos moles gerará um aquecimento, assumindo uma forma mais fluída, podendo assim restaurar a extensibilidade destes tecidos.

O que muito se vê hoje, é o tratamento de unidades miofasciais isoladamente, como uma massagem numa determinada região. Mas não só de massagem se dá o trabalho miofascial, agindo dessa maneira deixamos de abordar especificamente o aspecto da comunicação das miofasciais através de linhas estendidas dentro do plano do nosso corpo. É preciso se movimentar em diferentes planos, daí a sinergia perfeita na prescrição com o treino de mobilidade!

Segundo Thomas W. Myers, esta anatomia conectada da qual estou falando, é bem representada pelo termo trilhos anatômicos, nome inclusive do livro dele, onde o autor apresenta bem essa natureza agrupada, que ele define como teia. Supõe-se que, a partir do método em questão, esta teia relaxe e traga benefícios, como melhora da mobilidade e amplitude de movimento, redução das cicatrizes dos tecidos moles, diminuição do tônus dos músculos hiperativos e melhora na qualidade do movimento. As contra-indicações são mínimas, apenas pessoas com problemas de circulação, áreas feridas, dores crônicas (fibromialgia) e proeminências ósseas.

Para ler a matéria completa no blog Frango com batata Doce, clique aqui.

Para ficar por dentro das redes do Diogo Clarindo, acesse os links do InstagramFacebook ou entre em contato pelo email: contato@diogatips.com

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