8 de novembro

Claudinei Chamorro e os pilares da Fisioterapia Esportiva

Atendimento clínico, pesquisa e docência

A prática leva a perfeição

A prática leva a perfeição

Apaixonado pelo Jiu Jitsu, Claudinei Chamorro é um fisioterapeuta esportivo especializado na área ortopédica que possui mestrado em Engenharia Biomédica e está cursando doutorado em Biotecnologia. Além disso, ministra aulas de graduação em uma instituição de ensino superior da grande Vitória (ES). Conversamos com ele para saber um pouco mais sobre sua história de vida e tamanha dedicação à carreira. Confira!

Como nasceu seu interesse pela fisioterapia?

Eu era atleta de Jiu Jitsu e sofri uma lesão séria no ombro direito, que me levou a realizar uma via crúcis de 300 atendimentos de fisioterapia e 21 médicos. Conforme ia sendo atendido, comecei a estudar os assuntos relacionados ao meu caso e foi assim que iniciou meu interesse pela Fisioterapia.

Desde a graduação, você procurou atender pacientes na área do esporte, principalmente no campo da ortopedia. O que despertou esse interesse?

Sempre foquei na área da Fisioterapia Esportiva. A vivência como atleta e a necessidade pessoal foram os principais ingredientes para despertar esse interesse.

A área acadêmica é outra grande paixão em sua vida?

Vejo que a graduação nos faz ser mais profissionais e isso é a essência da Fisioterapia. Os atendimentos nos levam a ter dúvidas e diante disso começamos a pesquisar e nos diferenciar. Acredito que existe uma obrigação em compartilhar esse conhecimento adquirido com os colegas que estão chegando. Considero que o atendimento clínico, a pesquisa e a docência, são três pilares interligados.

Você implementou e gerenciou o primeiro laboratório de cinesiologia e biomecânica em uma Instituição de Ensino Superior Particular do Espírito Santo. Qual a importância desses estudos para a Fisioterapia Esportiva?

Nosso laboratório foi montado com o objetivo de realizar pesquisas aplicadas ao movimento humano, seja no aspecto fisiológico e/ou patológico e contribuiu para a identificação de estratégias de avaliação e tratamento em Fisioterapia Esportiva.

Em relação ao Foam Roller, como você descreveria seus resultados no corpo humano?

Vejo o Foam Roller como uma grande ferramenta para gerar resultados, não somente na performance, mas também na saúde do movimento. Ao trabalhar com lutadores de Jiu Jitsu e Muay Thai, assim como atletas de Vôlei de Praia, maratonistas e triatletas, vejo que se beneficiam de maneira significativa ao utilizar o Foam Roller adequadamente em suas rotinas. Da mesma forma, observo esse achado em indivíduos não atletas, que me procuram para tratar de dores músculo-esqueléticas. Costumo dizer que antes de apresentar a proposta de uso do Foam Roller, eu sou um dos exemplos de aplicação da sua rotina. Sempre carrego meu Foam Roller para onde vou, seja no Brasil, ou fora dele. Realizar a auto liberação miofascial com o Foam Roller se tornou um “vício” bom! Recomendo a todos adquirir o material original e aprender a usá-lo adequadamente.

Gostaria de deixar algum recado para os leitores sobre seus próximos cursos e atividades?

Gostaria de agradecer a oportunidade de apresentar minhas ideias, além de recomendar a todas as pessoas que façam pelo menos uma vivência de auto liberação miofascial com o Foam Roller. No final do mês de novembro, estarei realizando o último Workshop de Auto Liberação Miofascial com Foam Roller no Espírito Santo e novas datas surgirão para 2015. Caso queiram acompanhar as novidades, é só manter contato pelas redes sociais, através do meu site, Facebook e Instagram.

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